O ônibus para com pressa. O motorista e seu colar de vísceras. 3 passageiros em seus cantos, meditando o desencanto. Subentende-se um tratado, o de se fazer apagado. Os olhos grudados na janela, nos postes de luz amarela, meia noite na ponte, o meia-ponte achocolatado. Aquele frio molhado. Verde, marrom e sereno. Na calmaria cerebral, um aceno.
Magnifico...
ResponderExcluir